Flávio Bolsonaro e Lula em programa eleitoral na TV — Foto: Reprodução
Flávio Bolsonaro e Lula em programa eleitoral na TV — Foto: Reprodução
A segurança pública, um dos temas de maior preocupação da sociedade brasileira, teve destaque na propaganda na TV dos candidatos à Presidência nesta terça-feira (13).
- Lula (PT) destacou medidas de enfrentamento ao crime organizado e citou ações contra facções, agressores de mulheres, ladrões de celulares e o que chamou de “magnatas do crime”.
- Flávio Bolsonaro (PL) levou para o programa a proposta de criar o Smart Brasil, programa de monitoramento por câmeras de segurança inspirado no Smart Sampa, da capital paulista.
Primeiro a ser exibido, o programa de Lula mencionou a criação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a aprovação da PEC da Segurança Pública, em discussão no Senado. Lula defendeu maior integração entre as forças de segurança e estratégias para sufocar financeiramente as facções criminosas. O programa ainda citou a transformação de 138 presídios estaduais em unidades de segurança máxima e a ampliação do programa Celular Seguro.
A peça também mostrou imagens dos atos pró-Lula em diferentes capitais brasileiras e convocou a militância a ampliar a mobilização. No programa eleitoral, a campanha de Lula reforçou que “a mudança tem que ser no rumo certo”.
Agora no g1
A propaganda de Flávio Bolsonaro citou a possível criação do Smart Brasil ao listar propostas do candidato. O programa originalmente se chamava Muralha Brasileira e está no plano de governo registrado na Justiça Eleitoral. Segundo o documento, a ideia é organizar um sistema nacional de reconhecimento facial com mais de 1 milhão de câmeras, integrado a bancos de dados criminais. “Bandido que aparecer, a câmera vê e a polícia vai prender”, diz a peça de propaganda exibida nesta terça.
A campanha do candidato do PL negou que Flávio Bolsonaro vá acabar com programas sociais, como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida e o Farmácia Popular, e exibiu vídeos com declarações de apoio de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Michelle Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Tarcísio de Freitas.
Source: g1 > Política



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