
John Textor não digeriu bem a derrota na Justiça do Rio de Janeiro. O empresário americano tentou impedir a realização da Assembleia Geral Extraordinária (AGE), mas o juiz Victor Agustin Jaccoud Diz Torres, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, manteve a reunião. Dessa forma, ele criticou a decisão do magistrado.
“Os interesses locais prevalecem no Rio, se você contratar as firmas de advocacia certas. O parceiro local que te convida a investir pode encontrar um juiz, bloquear seu voto e depois votar para destruir seus interesses. E se você abrir a boca ou apenas contratar um advogado e fizer arquivamentos honestos para defender seus direitos, um juiz local te punirá com multas pesadas”, disse Textor.
A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) pode diluir a participação acionária da Eagle, empresa do magnata, no futebol alvinegro. Textor tenta impedir a nova composição do clube-empresa, com o social com 51% das ações e a Eagle com os 49% restantes. O empresário ainda defende que é dono de 90% da SAF. Na prática, no entanto, o social acionou uma cláusula e detém 51%, enquanto a GDA Luma não arremata.
“Tirania judicial e intimidação acontecem em muito poucos lugares no mundo, e eu estou profundamente consternado ao saber que isso acontece no Rio de Janeiro, onde eu me orgulhava tanto de ter me tornado um cidadão honorário”, completou o americano, que está afastado do controle da SAF do Botafogo desde abril.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky , Threads , Twitter , Instagram e Facebook.
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.
<!– taboola
/taboola –>


