
O caminho parte da Catedral da Sé, no centro histórico de Belém, e acompanha inicialmente o tradicional trajeto do Círio de Nazaré. Depois, avança por diferentes ambientes do litoral amazônico até chegar à Serra do Piriá, em Viseu, oferecendo opções para caminhantes e ciclistas.
Segundo o Ministério do Turismo, ao longo do percurso, os visitantes encontram manguezais, florestas de terra firme, igarapés de águas claras e áreas ocupadas por comunidades tradicionais. A trilha atravessa a maior faixa contínua de manguezais preservados do planeta e permite atividades como observação de aves, contemplação da fauna e da flora, banhos em águas cristalinas e outras práticas ao ar livre.
A diversidade do trajeto também inclui experiências relacionadas à cultura e à alimentação das populações locais. O roteiro passa por casas de farinha da região bragantina, áreas de extrativismo de caranguejos e ostras e locais onde a pesca artesanal ainda é realizada em canoas de madeira.
Vivências com comunidades e conservação
As atividades ao longo da trilha permitem aos turistas conhecer práticas e conhecimentos transmitidos entre gerações, além de acompanhar aspectos do cotidiano de comunidades amazônicas. Gastronomia, manifestações culturais e modos de vida tradicionais fazem parte das experiências disponíveis nos municípios atravessados pelo roteiro.
A Trilha Amazônia Atlântica também conecta 11 áreas protegidas. Desse total, seis são unidades de conservação: as reservas extrativistas marinhas de Tracuateua, Caeté-Taperaçu, Araí-Peroba e Gurupi-Piriá, além das Áreas de Proteção Ambiental da Costa do Urumajó e Belém.
O percurso inclui ainda cinco territórios quilombolas, localizados em diferentes municípios paraenses. São eles Torres, em Tracuateua, América, em Bragança, Pitimandeua, em Inhangapi, Macapazinho, em Castanhal, e Santíssima Trindade, em Santa Isabel do Pará.
Roteiro começa no centro histórico de Belém
A chegada à trilha ocorre pela capital paraense, onde a Catedral da Sé funciona como ponto inicial. A partir do local, o visitante percorre parte do caminho tradicional do Círio de Nazaré antes de seguir pelo roteiro que conecta áreas naturais, comunidades e territórios protegidos até a Serra do Piriá.
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Source: Turismo


