Parque São Jorge, sede social do Corinthians
Foto: José Manoel Idalgo/ Agência Corinthians

Parque São Jorge, sede social do Corinthians

O Corinthians contou com uma boa notícia em momento conturbado fora de campo. A diretoria do Timão realizou o pagamento de R$ 8 milhões à União, referentes ao acordo firmado com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). No entanto, o clube do Parque São Jorge ainda mantém cerca de R$ 19 milhões em aberto. A informação inicial é do “ge”.

O acordo se deu em fevereiro, por meio de uma transação tributária, para regularizar aproximadamente R$ 1,2 bilhão em débitos com a União. O Corinthians obteve redução de 46,6% sobre encargos, multas e juros e se comprometeu a desembolsar R$ 679 milhões em recursos próprios.

Do passivo negociado, cerca de R$ 1 bilhão corresponde a tributos não previdenciários, R$ 200 milhões a débitos previdenciários e R$ 15 milhões ao FGTS. As condições de pagamento variam conforme a natureza de cada dívida.

Para as pendências relacionadas ao FGTS, o clube, portanto, aderiu ao modelo disponibilizado pela Caixa Econômica Federal, que prevê redução superior a 30% do valor devido e parcelamento em até 60 vezes. Já no caso das contribuições sociais previstas na Lei Complementar nº 110, de 2001, ficou definido o pagamento integral em parcela única, com abatimento de 70% sobre os encargos.

Para firmar o acordo com a União, o Corinthians também ofereceu algumas garantias, como os valores que tem a receber pela Timemania. Além disso, o Parque São Jorge, sede social do Timão, avaliado em R$ 602,2 milhões no acordo, também foi incluído como garantia.

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