
Felipe Titto abriu sua garagem e mostrou alguns dos carros que hoje melhor representam sua relação com o universo automotivo. Há superesportivo, perua preparada, SUV de luxo, picape clássica e modelos antigos que ele trata como verdadeiros xodós.
A visita faz parte da série “Garagem da Fama”, da OLX, na qual Titto aparece cercado por carros que comprou ao longo dos últimos anos e por outros que modificou ao próprio gosto.
Entre eles estão uma Maserati MC20, uma Audi RS 6 Avant preparada para mais de 900 cv, uma Range Rover Autobiography, uma Ford F-250 de 1970, uma Ram Classic R/T e um Ford Mustang Fastback 1969, este último fora da garagem no momento da gravação.
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Maserati MC20 foi a compra mais recente
A MC20 é o carro mais novo da coleção de Titto.
No vídeo, ele conta que nunca havia visto uma unidade rodando pessoalmente no Brasil e lembra que conheceu o modelo inicialmente na campanha internacional estrelada por David Beckham.

A compra, segundo ele, aconteceu quase por acaso. “Ela literalmente caiu no colo”, afirma.
A MC20 usa o motor Nettuno V6 3.0 biturbo, com 630 cv e 730 Nm de torque. A Maserati informa aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 2,9 segundos e velocidade máxima superior a 325 km/h.

Titto destaca também o sistema de elevação da dianteira, recurso importante para quem pretende utilizar um superesportivo desse tipo fora das pistas.
Apesar do desempenho, ele trata a MC20 como um carro que ainda pode conviver com lombadas, rampas e situações do dia a dia, desde que se tenha cuidado.
Audi RS 6 já é a quinta da garagem
Se a Maserati é a compra mais recente, a Audi RS 6 é provavelmente o modelo com o qual Titto mantém a relação mais constante.

Ele conta que esta é sua quinta RS 6.
“É um carro que eu não consigo ficar sem. Ele vai, alguém vem, compra, eu vou lá e compro outra”, diz.
A unidade atual está preparada em Stage 2 e, segundo Titto, entrega entre 910 e 912 cv, além de mais de 120 kgfm de torque. Ele afirma ainda que o carro consegue acelerar de 0 a 100 km/h na casa dos 2,7 a 2,8 segundos. Esses números se referem à preparação específica do carro dele.

Originalmente, a atual RS 6 Avant Performance comercializada pela Audi entrega 630 cv e 850 Nm, com tração integral quattro e aceleração de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos.
É justamente o contraste que Titto mais valoriza.
Por fora, continua sendo uma station wagon, com espaço e aparência de carro familiar. Quando o V8 é exigido, a proposta muda completamente.
Para ele, essa combinação entre praticidade e desempenho é o principal motivo para voltar ao modelo repetidas vezes.
Range Rover é o carro para viajar
A Range Rover Autobiography ocupa outro papel na garagem.
Titto define o SUV como um dos carros mais confortáveis que já teve e destaca principalmente a suspensão pneumática.
Segundo ele, a capacidade do conjunto de absorver irregularidades faz diferença tanto em viagens quanto na rotina com motorista.
É também o carro que ele costuma usar quando precisa trabalhar no banco traseiro.
“Quando o motorista vai dirigindo e eu vou trabalhando atrás, você realmente não sente”, explica.
A escolha da Autobiography também tem um componente histórico que ele faz questão de mencionar. Titto lembra a tradicional associação da Range Rover com a família real britânica, que utilizou diferentes gerações do modelo ao longo das décadas.
F-250 de 1970 representa a paixão pelos antigos
A coleção não vive apenas de carros modernos.
Titto também mantém uma Ford F-250 de 1970, americana, com placa preta e motor V8 original.

É justamente nessa parte da garagem que aparece o lado que ele próprio define como a paixão pelas “lasanhas”, termo usado por entusiastas para falar, com certo carinho, de carros antigos que normalmente exigem mais atenção e manutenção.
A F-250, segundo ele, conserva boa parte das características originais e reúne praticamente tudo que gosta em termos de estética.
“Se ela fosse um pouquinho mais redonda, seria o carro do meu dia a dia”, comenta.
O tamanho e a idade, porém, acabam reservando um uso mais ocasional.
Mustang 1969 também é um dos xodós
Outro clássico importante não estava presente durante a gravação.
Trata-se de um Ford Mustang Fastback 1969.
Titto conta que o carro está passando por um processo para ficar “zero” e que sua intenção é justamente torná-lo um veículo de uso frequente.
A escolha mostra uma diferença interessante dentro da coleção. Enquanto parte dos carros antigos costuma ser preservada para encontros e ocasiões especiais, ele quer usar o Mustang no cotidiano assim que o projeto estiver concluído.
Ram Classic R/T é a unidade 1 de 100
A Ram Classic R/T tem um peso diferente na garagem.
Titto é embaixador da Ram no Brasil e conta que mantém duas picapes da marca. Uma delas é justamente a Classic R/T, série especial limitada a apenas 100 unidades no país.

A versão foi lançada em 2024 como despedida da Classic e do motor V8 HEMI 5.7 no mercado brasileiro. Foram produzidas 50 unidades na cor Preto Diamond e 50 em Vermelho Flame.
A unidade de Titto tem a placa interna 1/100.
Ele também modificou bastante a picape. Há suspensão elevada, escapamento, acessórios para a caçamba e capota marítima elétrica.
A Classic R/T original usa o V8 HEMI 5.7 de 400 cv e foi vendida por R$ 359.990 quando chegou ao mercado.
Na garagem de Titto, porém, ela ganhou uma configuração bastante pessoal.
“É meu xodózaço esse carro”, resume.
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