
Brunna Gonçalves abriu a garagem para mostrar alguns dos carros que fazem parte de sua rotina e da história da família. No episódio da série “Garagem da Fama”, da OLX, a influenciadora contou como a relação com automóveis começou depois que tirou a habilitação e como essa paixão foi ganhando espaço ao longo dos anos.
Hoje, a garagem tem propostas bem diferentes. Há um Range Rover Sport, escolhido também pela praticidade na rotina com a filha; um Mercedes-AMG G 63 preparado pela Brabus, que Brunna considera o carro que melhor representa sua personalidade; um Land Rover Discovery, ligado ao começo da vida ao volante; e um Jeep Compass, tratado como o “carro da casa”.
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Range Rover Sport trouxe uma lição logo no primeiro dia
Uma das histórias mais marcantes envolve o Range Rover Sport.
Brunna conta que ganhou o carro e, no primeiro dia de uso, decidiu levar a filha para a natação. O problema apareceu na entrada de um estacionamento apertado.

“Esse carro é muito grande”, relembra.
Ainda se adaptando às dimensões do SUV, ela acabou raspando boa parte da lateral. Assustada, ligou chorando para Ludmilla, que pediu um vídeo do local e passou a orientar a manobra à distância até que Brunna conseguisse retirar o carro.
“Uma coisa teve de bom: agora eu sei estacionar naquele estacionamento”, brinca.
O tamanho que dificultou aquela primeira manobra é justamente um dos motivos pelos quais o Range Rover Sport faz sentido hoje na garagem. Depois da chegada da filha Zuri, Brunna passou a valorizar espaço para cadeirinha, carrinho de bebê e toda a bagagem da rotina familiar.

O Range Rover Sport atual é um SUV de quase 5 metros e, dependendo da configuração, pode combinar suspensão pneumática, tração integral e motores de seis ou oito cilindros. No Brasil, a gama recente inclui versões eletrificadas e de alto desempenho, mas Brunna não detalha no vídeo qual motorização equipa sua unidade.
Discovery foi o primeiro carro
Antes do Range Rover Sport, houve outro Land Rover importante.
Brunna conta que o Discovery foi seu primeiro carro. A história começou no mesmo dia em que conseguiu a carteira de habilitação.

Ela fez o exame pela manhã e, à tarde, encontrou Ludmilla esperando na garagem com o SUV enfeitado com um grande laço vermelho.
“É o sonho de qualquer pessoa. Ganhar habilitação e já ganhar um carro junto”, afirma.
O Discovery também ajuda a explicar por que Brunna se acostumou tão cedo com SUVs grandes. Dependendo da geração, o modelo oferece três fileiras de bancos, tração integral e forte vocação para viagens e uso familiar.
Não é exatamente o tipo de carro que se imagina como primeiro veículo de uma motorista recém-habilitada, e essa é justamente a graça da história.
G 63 preparado pela Brabus virou o queridinho
Se o Discovery representa o começo e o Range Rover Sport atende à rotina familiar, o carro que Brunna diz representar melhor sua personalidade é outro: um Mercedes-AMG G 63 preparado pela Brabus.
“É um carro que chama atenção para onde passa. É imponente. Quando passa na rua, todo mundo olha”, resume.
Depois de dirigir o SUV, a relação ficou ainda mais forte.
“Depois que eu dirigi ela, senti o poder que ela tem. Virou minha queridinha.”

A escolha não surpreende quando se olha para o que existe por trás do Classe G.
O Mercedes-AMG G 63 vendido atualmente no Brasil parte de cerca de R$ 2,09 milhões e usa motor V8 4.0 biturbo de 585 cv e 850 Nm, equivalentes a 86,7 kgfm. Há ainda um sistema de 48 volts capaz de fornecer assistência elétrica temporária. Mesmo pesando cerca de 2,6 toneladas, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos. Imprensa Mercedes-Benz Brasil
A preparação da Brabus leva isso para outro patamar.
Entre as preparações oficiais oferecidas pela empresa para o G 63 está o Brabus 800, que eleva o V8 para 800 cv e 1.000 Nm, ou cerca de 102 kgfm, e limita a velocidade a 240 km/h. Há também conversões ainda mais extremas, como a Rocket 900, que aumenta a cilindrada para 4,5 litros e chega a 900 cv, com até 1.050 Nm liberados eletronicamente e 0 a 100 km/h em cerca de 3,7 segundos.
As mudanças não ficam restritas ao motor. A Brabus oferece escapamento esportivo com válvulas, rodas forjadas, alterações de suspensão, peças aerodinâmicas e carroceria alargada Widestar, além de grandes quantidades de fibra de carbono e interiores completamente personalizados.
É aí que o preço dispara.
Um G 63 original já supera os R$ 2 milhões no Brasil. Na Europa, unidades atuais do Brabus 800 baseadas no G 63 aparecem anunciadas pela própria preparadora por mais de 565 mil euros, antes de qualquer custo de importação brasileiro.
Como referência, exemplares Brabus derivados do G 63 já foram avaliados no Brasil acima dos R$ 3 milhões, e configurações muito mais radicais podem ultrapassar essa cifra com folga.
O curioso é que Brunna também encontrou uma coincidência perfeita com o emblema da preparadora.
“Esse B aqui, gente, super combina. Não é B de Brunna? Parece que foi proposital.”

Jeep Compass é o “carro da casa”
Na outra ponta da garagem está o Jeep Compass.
Brunna o chama de “carro da casa”. É o veículo que pode ser usado por quem trabalha na residência e serve para resolver tarefas do cotidiano.

Como a casa fica em um condomínio mais afastado, ele entra em cena para idas ao mercado, à farmácia e outras pequenas necessidades.
A lógica é bem diferente da do G 63.
O Compass é um SUV médio mais compacto e fácil de usar no dia a dia. Na linha atual vendida no Brasil, versões com motor T270 usam o 1.3 turbo flex, câmbio automático de seis marchas e oferecem recursos como seis airbags, faróis full LED, controles eletrônicos de estabilidade e tração e central multimídia.
É justamente essa simplicidade relativa que explica seu papel dentro da garagem: não precisa ser o carro especial. Precisa estar disponível e resolver.
Brunna admite ser extremamente cuidadosa
A paixão por carros aparece também na forma como ela cuida deles.
Brunna diz que gosta de manter os próprios veículos sempre limpos, organizados e cheirosos e que não gosta quando alguém entra com os pés sujos.
“Com o meu carro eu sou muito chata. Muito chata mesmo.”
Na brincadeira, ela diz que um dos carros usados mais frequentemente por Ludmilla costuma acumular um pouco mais de bagunça.
O comentário ajuda a mostrar que a relação não está apenas em comprar carros caros. Há uma atenção bastante pessoal à forma como eles são mantidos.
Lamborghini e Ferrari seguem na lista
A garagem ainda não está completa.
Quando perguntada sobre dois carros que gostaria de acrescentar à coleção, Brunna responde sem hesitar: uma Lamborghini e uma Ferrari.
Nesse momento, sua preferência por carros altos e grandes muda completamente: entram superesportivos baixos, rápidos e chamativos.
Com eles, inclusive, Brunna se imagina dirigindo pela orla, com cabelo ao vento e passeando o dia inteiro dentro do carro.
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